memory, mend me
know i’ve seen my share
things i can’t repair
i’m breaking to you
i’m breaking to you.[foo fighters - no way back]
say your prayers
how to fight loneliness
alguém aí sabe de um guru em busca de seguidores? porque eu estou precisando seguir alguma coisa. qualquer coisa.
(…)
maldita insuficiência, imaginária ou não. a sensação não é imaginária.
edit: respondendo para a susan: concordo que geralmente as pessoas não erram de propósito, mas tendo a achar que tem gente que SABE que vai errar e não faz nada para impedir. não é necessariamente má vontade - do meu ponto de vista e falando de mim mesma, está mais para uma burrice incontornável mesmo. mas acho que você talvez esteja certa em dizer que tudo passa. só que às vezes demora…
da série: medos
de sofrer de um raro caso de tpm eterna.
da série: medos
de nunca ficar satisfeita com nada que tenha a ver comigo [do cabelo ao modo de lidar com as pessoas].
moonchild
não sei se sou eu que dou importância a coisas que não deveriam ter importância ou se a minha insatisfação tem motivo de ser. a sensação é de estar sempre um ou mais passos atrás dos outros, ou ainda a um ou mais passos de distância de qualquer coisa que, na minha cabeça, signifique a diferença entre me sentir bem e me sentir mal (sendo que essa coisa qualquer nem eu sei bem do que se trata, ou quando acho que sei e consigo tê-la, percebo que não era nada do que eu esperava). de qualquer modo, estou de mãos atadas. não posso retroceder no tempo, não posso mudar meu código genético, não posso trocar de personalidade, não sei como jogar com as cartas que tenho. odeio coisas meio-termo como eu estou agora e preciso superar o saudosismo do que poderia ter sido e não foi.
quero tanto trocar esse layout, pena que o blogsome não é nenhum pouco user friendly nesse sentido.
edit: arranjei outro lugar pra ir mas tô com dó de sair daqui por causa dos posts antigos.
repetição pouca é bobagem
é tão absurdo assim eu não me conformar com o fato de que a vida que eu vivi até agora* foi uma bosta? sério mesmo, é realmente tão incabível? pensando cá com meus botões, não acho que meus motivos para acreditar nisso sejam tão malucos. nenhum deles é totalmente subjetivo e eu tenho certeza que, se contasse a minha história como se fosse de outra pessoa, ninguém se acanharia em chamar o(a) personagem fictício(a) de loser. muito fácil falar que não foi perda de tempo, mesmo porque geralmente quem me diz isso não passou pela ótima experiência de ter 12 anos até os 18.
claro que muito disso tem a ver com a minha absoluta ausência de auto-estima [quem sabe eu só precise fazer uma cirurgia no nariz ou uma escova definitiva para que a auto-estima resolva dar as caras por aqui…], mas mesmo assim: o que eu penso agora não muda o caráter merdal do que aconteceu. são fatos - e você sabe muito bem o que se diz por aí sobre os fatos.
eu queria muito fazer uns 200 posts sobre esse assunto e tirar essa porra do meu sistema de uma vez por todas. sobre esse tema, esse deve ser o post de número 10 do começo do ano pra cá, então é só uma questão de aguardar os próximos 190.
* esse agora não é tão agora assim, na verdade. me atrevo a dizer que ele tem uma data de morte e tudo mais.
but tell me, what have i done to deserve you?
must have done something ‘cause that’s how it works
must have been kind to kittens and birds,
in a previous life must have thought happy thoughts…[regina spektor - i want to sing]
pluft*
vou parar de justificar as merdas da minha vida dizendo que “sou eu”. não sou eu, não. eu não sou burra por natureza. eu não estrago as coisas porque quero. eu não sou assim o tempo todo. não que eu esteja me esquivando da culpa, só estou dizendo que a culpa das coisas erradas na minha vida não tem nada a ver com características inatas, imutáveis, nada do tipo. faço cagadas, mas posso fazer menos, se quiser e me esforçar. pelo menos é nisso que eu pretendo acreditar a partir de agora.
* ao invés de títulos ausentes, onomatopéias. eu sou mesmo um gênio.
em 31/12/03
é. eu achava que fosse jovem, mas o tempo passa tão rápido que eu já me sinto velha. eu me vejo velha, na verdade. isso fica mais claro quando me confronto com a vida de pessoas que costumavam ser tão próximas a mim e sinto que não as conheço mais. ou melhor, não as reconheço mais. é engraçado como as vidas das pessoas tomam rumos tão distintos… nós éramos parecidos, tínhamos ideais em comum. parece que foi ontem… onde foi parar isso? onde a gente se separou? é triste, mas assim é a vida: os anos passam, as pessoas seguem em frente, e algumas coisas têm de ser deixadas pra trás. acontece.
link para o meu último blog antes desse (onde estava esse post aí), só pela diversão.
retomando meus mantras
sempre bom relembrar.
mantra 1: não deixe as pessoas te desapontarem.
mantra 2: tudo o que disser poderá ser usado contra você.
mantra 3: essa paranóia é só tpm.
mantra 4: não se boicote/duvide de si mesma.
mantra 5: estar sozinha não é necessariamente uma coisa ruim.
lógica simples
eu não tenho nenhum grande motivo para infelicidade. ainda assim, eu estou sempre reclamando de alguma coisa. disso, a gente deduz que…
…eu sou idiota, para que não conseguiu ligar os pontos.
poft
ai, a teoria da conspiração. eu não deveria me atribuir tanta importância assim (ou talvez devesse, já que em geral me atribuo importância negativa).
ah, e mais uma coisa: eu deveria calar a boca. mais ainda.
[adendo: só falta me roubarem a alma, se é que eu ainda tenho isso. a inveja - a minha, claro - já deve ter feito a coitada em pedacinhos]
…
mais uma vez sobre as músicas roubadas, percebi que não gosto que roubem de mim, a não ser que sejam amigos. dá um certo despeito, sabe? “eu descobri primeiro, me dê os créditos!”. claro que não tem nada a ver (melhor dizendo, tem a ver com outras coisas também), mas assim sou eu, ciumenta inclusive com músicas.
história da minha vida, talvez?
she takes just like a woman
she makes love just like a woman
and she aches just like a woman
but she breaks just like a little girl[bob dylan - just like a woman]
nunca pensei que fosse dizer uma coisa dessas
ainda bem que amanhã é domingo.
dúvida existencial do momento
ponho ou não o link desse blog no meu orkut?
da série: traduções literais e/ou carolzísticas
aninha, cê tá bem?
aninha, cê tá bem?
cê tá bem, aninha?
tu foi pega
tu foi pega
por um meliante de boa[máicon djécsão - meliante de boa]
eu tinha um professor no cursinho que chamava o partido comunista do brasil de partido michael do brasil. sacou, sacou?
edit: troquei criminoso por meliante porque deu vontade.
edit 2: e annie por aninha. convenhamos…
sabe aquele dia que simplesmente não é feliz, de jeito nenhum?
hoje.
criminal
cansei dessa falsa autobiografia, dessas metáforas ruins, da atitude pseudo-artística, da auto-intitulação, da arrogância e do convencimento. eu não me escondo atrás de uma falsa feição interessante. sou só uma pessoa triste e, mesmo dentro disso, absolutamente normal. não finjo. me escondo, mas não finjo. e teimo em ver alguma honra nisso. só não consigo achar que mesmo essa papagaiada significa mais do que eu jamais poderia ser, de verdade ou não. mesmo porque está na cara: os caminhos (o caminho, na verdade) não levam a mim, mas ao contrário de mim. demorei para perceber, mas é. uma questão de tempo, como sempre.
pena que mesmo as paredes têm ouvidos. tanta coisa a dizer…
