é um mistério como os problemas, reais ou inventados (estou particularmente interessada nestes últimos), surgem na minha cabeça. é tão imprevisível e tão avassalador que o ideal é me deixar ser atropelada pela onda de idiotice e só depois tentar organizar racionalmente as idéias, o que nunca dá muito certo. e dá-lhe noites em claro, unhas roídas, falas dramáticas e todo tipo de comportamento de gente surtada. dói, meus caros, dói…
[P]areceu-me sentir em mim um novo ser e uma espécie de desconhecido; minha razão revoltava-se contra o que experimentava, e eu não ousava pensar aonde tudo isso iria levar me (…). Assim falava o ciúme (…). Assim, como todos os que duvidam, eu já punha de lado os sentimentos e os pensamentos para discutir apenas os fatos, aferrar-me ao que já passara e dissecar o que amava.
MUSSET, Alfred. A Confissão de Um Filho do Século

diz uma professora minha que o ciúme é a maior projeção do ser humano, vá saber.
Comment by bea — 08.01.08 @ 02:47
Dá-lhe ultra-romantismo! O que acontece?
Comment by Ale — 08.01.08 @ 18:05
eu nem sei o que falar, me identifiquei muito aí…
aquela minha resolução de ano-novo é meio que daquele tipo bem difícil de cumprir e que provavelmente estará na de 2009 também, mas se eu conseguir sairá um best-seller, uns milhões na minha conta não seriam nada ruins…
abraço!
ps: mudei de blog de novo, dessa vez eu paro…
Comment by Nathyka — 08.01.08 @ 18:57