retirado do blog da folha campanha no ar:
Maluf e Soninha voltam a duelar na Record
da FolhaComo já havia acontecido na Band, Paulo Maluf e Soninha duelaram no debate [ocorrido neste domingo], agora na Record (…). No segundo bloco, usou a acusação que ela fez, sobre vereadores de São Paulo votarem por dinheiro, para atacá-la, ao mesmo tempo em que elogiava Marta, Kassab e Serra.
E disparou: “Você foi eleita pelo PT e no meio do caminho saiu para o PPS”.
No terceiro bloco, Maluf foi questionado pela jornalista da emissora sobre os processos a que responde na Justiça. “Durante 41 anos de vida pública não tive uma condenação penal”, disse.
Soninha rebateu: “Incrível dizer que tem a vida limpa. Se não me engano, você não pode nem deixar o país”. E se atrapalhou no final, favorecendo o adversário: “Processo não pode ser confundido com condenação”.Maluf agradeceu: “Obrigado pela defesa que fez”.
desde quando afirmar a diferença entre processo e condenação é “se atrapalhar”? é uma mera constatação, que de forma nenhuma favorece maluf (mesmo porque ninguém tem trocentos processos nas costas sem motivo).
além disso, a pessoa que escreveu o artigo escolheu ignorar que maluf se esquivou das perguntas feitas por soninha usando ataques que nada tinham a ver com a pergunta original [do tipo perguntar para soninha “e você que mudou de partido?” quando ela o indagava sobre suas associações com pitta e marta em diferentes eleições (”e você que rouba?”, perguntaria eu)] e não deu a devida atenção ao fato de que maluf violou as regras do debate ao mostrar a polêmica capa da revista época de 2001 em que aparece uma foto de soninha (entre outros) com a legenda “eu fumo maconha”.
quem ler esse artigo sem ter assistido ao debate tem material de sobra para pensar que a soninha foi estraçalhada pelo maluf. duvido que quem escreveu isso seja malufista, mas fica óbvio para mim que algo contra a soninha essa pessoa tem. e é por essas e outras que não há nada no mundo como ter instrumentos para formar sua própria opinião, ao invés de apenas tomar a opinião alheia como fato.
