A verdade é que todos nós precisamos de entretenimento e diversão de alguma forma, visto que somos sujeitos ao grande ciclo vital, e não passa de pura hipocrisia ou esnobismo social negar que possamos nos divertir e entreter exatamente com as mesmas coisas que divertem e entretêm as massas de nossos semelhantes.
ARENDT, Hannah. “A crise na cultura: sua importância social e política” in: Entre o passado e o futuro. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2007.
26.10.08
7 comentarios »
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será?
Comment by Lety — 27.10.08 @ 08:52
excelente.
estou lendo “a condição humana” - gostei da hannah.
Comment by bea — 27.10.08 @ 20:44
beleza. vou voltar aos estádios.
Comment by rok — 27.10.08 @ 23:30
deles, eu só gosto de ‘tempo perdido’
Comment by bea — 28.10.08 @ 22:13
eu ainda me faço de dificil.
um dia, quem sabe, chego no nivel de “evolucao espiritual” da hannah.
Comment by june carter — 31.10.08 @ 06:27
ah, e nao se preocupe em dizer nada em tentar acrescentar nada de bom aquelas baboseiras que eu escrevo (espero que vc nao seja uma workaholic que ficou ofendida… hahaha).
soh escrevo tudo aquilo pra tentar evitar uma parada cardiaca no futuro…
:)
ate mais!
Comment by june carter — 31.10.08 @ 11:17
Concordo e achei foda. Ainda não li “a condição humana”, mas adoro “as origens do totalitarismo”.
Mas, pra ser sincera, às vezes sinto nojo de mim mesma ao ver que estou me distraindo ou rindo com coisas que, na verdade, não têm graça (porque, no fim, ajudam a perpetuar esterótipos que prejudicam a mim ou aos outros). E aí fico ranzinando contra essa capacidade que a gente tem de se entreter com o que, na verdade, nem presta.
Comment by Marjorie — 03.01.09 @ 01:05