é tanta coisa que eu não consigo nem falar.
daquele jeito
acho que esse blog passou do prazo de validade.
desce a progressiva
cara, se as pessoas não gostam nem da taís araújo [clique em “ranking”] de cabelo cacheado, o que será de mim?
eu sei
não vai mudar
promessas nem rezas
não vai voltar
o tempo, os diasfecha os olhos pra ter a sensação
aquela tarde não é mais nãonão adianta
vizinhos, polícia
não vai voltar
o tempo, os diasem que tudo ainda estava no lugar
abra os braços, abrace o que sobrar.[os paralamas do sucesso - não adianta]
pega ladrão
alguém segura meu azar que ele está fora de controle.
aliás, só acreditando em azar para manter alguma sanidade, porque…
da série: consumismo
preciso comprar um saco de pancada urgentemente.
this is really happening
talvez no futuro eu faça uma resenha do show do radiohead, mas no momento eu ando sem tempo para nada. digo só que o fato de eles terem tocado apenas uma música do meu disco predileto não fez do show menos legal. não sei se é sempre assim ou se tinha a ver com o fato de a banda estar tocando pela primeira vez no país, mas a empolgação (naquele estilo britânico é verdade) era perceptível, tanto por parte dos músicos quanto da plateia (agora sem acento).
madonna quem?
all i need
o que me importa se estou completamente perdida na vida?
domingo eu vou ver o radiohead!
\o/
mundo cruel
por que, ó céus, por que se faz forro de roupa de tecido que pinica?
tem coisa que é simplesmente errada, sabe.
férias
vejo vocês em fevereiro.
everything’s just wonderful
ótima época para ficar calada. passando só pra avisar que vai ser assim por mais algum tempo.
princípios de vida
nunca aceitarei um emprego que me obrigue a usar gorrinho de papai noel.
em 10/09/2006
alguém faz parar, por favor? eu não agüento mais. de verdade.
estou me sentindo com defeito. tudo o que eu vi, ouvi, senti e vivi (ou não) esse tempo todo resolveu pesar, e eu estou me sentindo como se meu prazo de validade tivesse vencido. e não adianta jogar fora o que não serve, apagar nome da lista de telefone, deletar comunidades no orkut. nada basta, parece. nem respirar com calma e pensar racionalmente que vai ficar tudo bem, porque meu sentimento é mais forte, e é burro. é burro e vai continuar me levando, me fazendo acreditar que essa queda não pára nunca. mais burra sou eu, então, que continuo acreditando. a burrice crônica aumenta ainda mais quando eu percebo que não consigo mais me virar sozinha. eu preciso de gente perguntando o que eu tenho, preciso de gente fingindo saber a solução miraculosa, qualquer coisa pra que eu não ache que estou sozinha (mesmo que esteja).
e é sempre durante a noite que esse aperto no peito vem; sempre quando já passou do horário socialmente aceitável de ligar pra qualquer pessoa, sempre que estão todos dormindo e eu preciso abafar o choro de algum jeito. nunca no meio da tarde. nunca quando tem uma alma caridosa disposta a ouvir de novo a mesma coisa. sempre quando eu precisava de uma noite decente de sono.podia ser um filme ruim. podia ser um drama aborrecente. podia ser novela. podia ser qualquer coisa, menos a minha vida. isso não está certo e eu não aceito de jeito nenhum, o que piora tudo. se eu acreditasse (de verdade, não só em intenção) que é assim mesmo, era fácil: abraçava a imagem de sofredora e tocava a vida. mas nem isso eu consigo.
forever young

tão estranho e tão legal ver o tom hanks envelhecendo…
2009, por favor?
fim de semestre impede que eu tenha qualquer pensamento que não esteja cheio de dor e sofrimento.
eu vou - por que não?
parece que vou mesmo ter que encarar o mundo sem dinheiro, sem sobrenome, sem maquiagem, sem padrinho, sem vontade, sem (quase) nada.
medo.
história da minha vida
queria dizer algo, mas não me ocorre nada que me pareca bom o suficiente para ser dito.
dois em dois
sigo com meu protesto silencioso de todas as eleições: fui votar de pijamas.
a vida é feita de um rosário
que custa tanto a se acabar
por isso às vezes ela pára
e senta um pouco pra chorar.[chico buarque - umas e outras]
painfully shy
acho que eu não tenho mais nada a dizer.
