23.05.09

almoço: 11h30
jantar: 0h30

tem coisas que só minha vida faz por mim.

14.04.09

hips don’t lie

os meus me dizem que eu comi demais neste feriado.

03.04.09

acredite ou não

categoria: momento diarinho

tenho algumas coisas a dizer por aqui. mas me faltam tempo e capacidade de verbalizar. mas esse dia há de chegar, eu acredito.

26.04.08

poltergeist

e eu ouvindo eleanor rigby outro dia? bem naquela parte do “father mackenzie, wiping the dirt from his hands as he walks from the grave…” (pedaço da música do qual eu morria de medo por causa do paul is dead, aliás) a porta da sala abre sozinha. ah, se eu acreditasse…

finalmente assisti i am sam e devo dizer que lucy diamond é o nome mais legal do mundo e que o meu medo da dakota fanning aumenta a cada filme.

29.03.08

acho que eu posso pular aquela coisa toda de plantar um livro, escrever um filho, etc., já que o o ponto alto da minha vida foi hoje: um mendigão muito doido ameaçou me bater, em plena luz do dia (agradecimentos ao moço que, depois de ter levado uma bica do tal mendigo, impediu que ele partisse para a ignorância no meu nariz). provavelmente a coisa mais aleatória que já me aconteceu.

isso sim é que é história para se contar, o resto é coisa da carochinha.

22.01.08

bobagem

trocar do D pro Bm é mais difícil do que eu me lembrava. malditos dedos curtos…

09.01.08

2 + 2 = ?

categoria: momento diarinho

hoje (ontem?) fui fazer exame psicotécnico e na minha sala tinha uma moça que me pediu cola. COLA. no PSICOTÉCNICO. uma pessoa que tenta colar no psicotécnico merece o direito de ter um veículo legalmente em suas mãos? eu acho que não, hein…

irônico seria se ela estivesse tentando tirando carta para dirigir caminhão de combustível ou van escolar.

07.06.07

cacete! agora tá acontecendo ao contrário! ou será só uma série de coincidências loucas?
bom, parece que eu não sou uma pessoa tão ruim assim. se estou sendo roubada por quem eu deveria roubar… pois é. o mundo gira, tyler durden.

/internapracacete

13.05.07

saldo do fim de semana:

50 páginas lidas (aproximadamente) + 24 horas em frente ao pc = uma incrível resenha de 2 páginas (sendo que, para ser uma resenha respeitável, devia ter pelo menos umas 4)!
e quem liga para as 100 páginas (chutando baixo) que eu deixei de ler e para a transcrição que eu deveria ter feito semana passada e mal comecei? eu é que não.

eu devo ser a única pessoa do mundo que não gosta de fins de semana.

26.02.07

ou ié

categoria: momento diarinho

nesse exato segundo eu sou uma pessoa feliz.
com saudades, mas feliz.
taí uma coisa que ninguém nunca ouviu de mim, eu acho.
mas é.

=)

08.02.07

formiguinhas (não o filme)

eu observo formigas e as uso pra fazer metáforas da minha própria vida. bonito, não?

estava eu realizando um dos meus afazeres domésticos (não temos empregada/diarista e minha mãe está trabalhando, ou seja, sobrou pra mim), dando uma limpezinha na pia do banheiro, jogando aleatoriamente aquele produto roxo e cheiroso que serve pra alguma coisa que eu não sei o que é. na pia, estavam duas formigas, daquelas pequenininhas e infernais que surgem quando qualquer mini pedaço de coisa comestível ou não (pelo menos eu acho que sabonete não é comestível, mas vai saber) fica de bobeira no chão ou em algum móvel. voltando à história inútil, o produto roxo escorreu na pia e deixou as formigas fechadas em um círculo de dois ou três centrímetros. foi a primeira vez na vida que eu vi formigas desesperadas! elas rodaram o círculo inteiro umas quinhentas vezes, procurando uma saída. levaram um tempo para perceber que estavam, com o perdão da palavra, fodidas. ficaram paradas uma de frente para a outra, conversando (!). nessa hora eu dei as costas e fui fazer o resto das coisas. quando volto para a pia, vejo que formigas são bichos realmente corajosos: as duas pobres formiguinhas tentaram enfrentar a meleca roxa e acabaram morrendo (grudadas ou intoxicadas, nunca saberemos). eu, que nunca deixo passar uma oportunidade de filosofar botecamente, fiquei pensando que, se fosse comigo, eu provavelmente ficaria no círculo livre de meleca até morrer de fome. eu nunca entraria num negócio (uma meleca?) que eu não conhecesse, mesmo porque sou da turma do “o copo está meio vazio”. pelo menos as formigas tentaram, não? elas correram o risco de conseguir atravessar sãs e salvas e voltar para suas vidinhas de formiga. eu teria sobrevivido um pouco mais, mas teria morrido depois, de qualquer jeito. vale mais a coragem delas ou a minha sobrevida?

pelo menos agora eu sei que o produto roxo serve também pra matar formigas.
e dando uma olhada nos arquivos, percebi que eu realmente gosto dessa coisa de separar a última frase do resto do post.

28.01.07

escolher título é realmente chato

categoria: momento diarinho

hoje eu mandei um recado pra um amigo. um amigo que não vejo há tempos e com quem sempre tive uma relação esquisita. esquisita porque sempre foi unilateral, às vezes da minha parte, às vezes da parte dele. nos últimos tempos, da minha parte.
na verdade, mandei o recado porque uma coisa minha está com ele, e minha desilusão com essa amizade nos últimos tempos (anos, pra ser mais precisa) tem sido tão grande que tudo o que eu quis durante muito tempo foi pegar a tal coisa de volta e esquecer que ele existe.
mas dessa vez eu estava desarmada. mandei o recado sem pedras na mão, convidei pra uma conversa e pra, quem sabe, deixar as mágoas bestas de lado. eu estava disposta, sinceramente.

ele não respondeu.

moral da história 1: parece que a indiferença continua passando a temporada atual do lado de lá.
moral da história 2: tem coisa que não muda.
moral da história 3: domingo é uma bosta e ponto final.

13.12.06

truque

categoria: momento diarinho

watch me forget
about missing you
*

nessas horas eu lembro porque me incomoda tanto gostar das pessoas: por mais que elas queiram (algumas delas, em alguns casos) estar por perto, nunca estão quando é realmente necessário. e mesmo quando estão perto, eu sinto como se não pudessem estar mais longe. é tanta coisa no caminho que é como se ninguém me conhecesse, no fundo. e por isso, ninguém consegue entender o que é exatamente que eu preciso quando estou triste.

alguém me diz que vai ficar tudo bem, por favor?

* sentir saudades é uma bosta enorme e fedida. ainda mais quando elas não são sentidas na mesma proporção lá do outro lado (era drama).

02.12.06

36 degrees

categoria: momento diarinho

talvez eu esteja tão acostumada a ser confusa e triste que arranjo problemas onde eles não existem. difícil abrir mão de vícios de 20 anos.

01.11.06

em 24 de julho sobre 07 de maio

categoria: momento diarinho

nem todas as músicas fazem isso. mas essa, a primeira de todas, sempre me pega. as frases são minhas, as verdades são suas. enquanto te desejo, me vejo chorando no meio da rua. aí volta tudo: o esquecimento de mentira, o metrô de domingo, o quase desencontro, a lotação fazendo jus ao nome. o portão, a ladeira, meu casaco estendido na grama. o som perfeito, a conversa sem jeito, os hippies-toca-raul. o sol frio, os dentes rangendo, o medo, a felicidade absurda e aí eu me perco. fico com um sorriso besta na cara e só consigo lembrar de flashes e de versos perdidos como os que a música dizia. era confuso, mas logo fez sentido. perfeito sentido.

agora eu sei que a trilha sonora não poderia ter sido outra.

19.10.06

a job that slowly kills you

categoria: momento diarinho

eu quero ir embora.
eu quero ir embora.
eu quero ir embora.
eu quero ir embora.
eu quero ir embora.
eu quero ir embora.
eu quero ir embora.

(ad infinitum)

28.08.06

não

categoria: momento diarinho

está ficando cansativa essa história de alternar alegria absoluta e aperto no coração.
não tem nem como comparar com os altos e baixos que eu tinha antes - aqueles só aconteciam dentro de mim e não diziam respeito a mais ninguém. era um problema só meu, uma instabilidade que não punha nada a perder (porque não tinha nada pra perder mesmo). agora é diferente. agora minha insegurança é potencialmente perigosa, agora ela pode me dar uma rasteira, rir da minha cara e mostrar que eu nunca fui mais que ela. agora ela pode me levar de volta pra onde eu estava antes. e eu não quero, não quero. eu morro.
e não estou falando simplesmente de ficar sozinha de novo. estou falando de nunca mais conseguir ficar sozinha de novo. estava acostumada, aí me desacostumaram, e eu não sei se vou conseguir me acostumar de novo. aliás, certeza que eu não vou conseguir me acostumar.

[eu tenho tanto medo de perder você que vou acabar perdendo mesmo]

05.08.06

gone wrong

categoria: momento diarinho

i think i just screwed up the best thing i ever had.
=(

27.07.06

face the strange

categoria: momento diarinho

achei que a essa altura da minha vida eu teria alguma autonomia. poderia tomar as decisões por mim, e levá-las a cabo sem ter que consultar ninguém. mas parece que não vai ser tão fácil assim. o chato é que grande parte da culpa por essa situação (quase insustentável) é minha. eu sempre deixo que os outros tomem as decisões por mim, e em geral não contesto nada. deu nisso: agora que eu sei que posso me virar sozinha, chovem opiniões (ou pior, chovem ordens) que eu não estou nem um pouco disposta a ouvir. ou respeitar.

13.07.06

aiaiai.

e o medo de cair da cama e acordar do sonho, hein?
mas eu tô feliz. mesmo com as encanações todas.

…i’m going to meet the one i love
so please don’t stand in my way
because i’m going to meet the one i love
no, mamma, let me go!

[the smiths - shakespeare’s sister]

sobre:
carol, 23.
i'm a breather, mail receiver,
bottom feader, just getting by.

carol arroba mail.nu

antes de ler qualquer coisa, leia isto.

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